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NR-1 — DIAGNÓSTICO INICIAL

Antes de contratar soluções, descubra o que sua empresa realmente precisa. O primeiro passo para uma adequação segura não é fazer tudo. É compreender o que já existe, o que está faltando e qual deve ser a ordem correta das ações.

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🔷 O PROBLEMA

 

Muitas empresas sabem que precisam agir em relação à NR-1 e aos fatores de risco psicossociais, mas não conseguem responder perguntas básicas:

  • O que já está adequado?

  • Quais documentos precisam ser revisados?

  • O que ainda não foi realizado?

  • As ações contratadas anteriormente são suficientes?

  • Existem informações que não estão integradas ao PGR?

  • Quais profissionais precisam participar?

  • O que é urgente e o que pode ser planejado?

  • Como evitar gastos duplicados ou soluções desnecessárias?

Sem uma visão integrada, a empresa pode contratar serviços isolados, produzir documentos desconectados, repetir trabalhos ou investir em soluções que não correspondem às suas necessidades reais.

🔷 A SOLUÇÃO

 

O Diagnóstico Inicial NR-1 é uma análise estratégica da situação atual da empresa.

O serviço examina documentos, práticas, estruturas, indicadores e responsabilidades relacionados à gestão dos riscos psicossociais para identificar:

  • O que a organização já possui;

  • O que pode ser aproveitado;

  • O que precisa ser corrigido ou complementado;

  • Quais lacunas exigem atuação técnica;

  • Quais ações devem ser priorizadas;

  • Como organizar a continuidade do processo.

O diagnóstico não parte de uma solução previamente definida. Primeiro compreende a realidade da empresa. Depois apresenta o caminho mais seguro e coerente.

🔷 COMO FUNCIONA O DIAGNÓSTICO

1. Reunião inicial

  • Compreensão do contexto e das principais dúvidas da empresa;

  • Identificação das ações já realizadas;

  • Definição dos estabelecimentos ou CNPJs abrangidos;

  • Orientação sobre os documentos e as informações necessários.

2. Levantamento documental

  • A empresa disponibiliza os documentos e os registros relacionados à gestão de pessoas, SST, ergonomia, saúde ocupacional, liderança, conduta e organização do trabalho.

  • A análise pode abranger, conforme a realidade da organização:

  • PGR, inventário de riscos e plano de ação;

  • PCMSO e documentos ocupacionais;

  • AEP, AET e documentos ergonômicos;

  • Políticas internas e código de conduta;

  • Canal de denúncias e procedimentos de apuração;

  • Organograma e descrições de cargos;

  • Indicadores de absenteísmo, afastamentos, turnover e jornada;

  • Estrutura e histórico de capacitação das lideranças;

  • Comunicação interna e participação dos trabalhadores;

  • Práticas de RH e gestão;

  • Informações sobre áreas, processos ou grupos considerados críticos.

3. Análise integrada

  • Verificação do que existe e do que está ausente;

  • Identificação de documentos desconectados ou insuficientemente integrados;

  • Análise da coerência entre políticas, responsabilidades e práticas;

  • Identificação de necessidades técnicas, gerenciais, jurídicas e comportamentais;

  • Avaliação das ações que podem ser mantidas, revistas ou complementadas.

4. Classificação das prioridades

  • As necessidades identificadas são organizadas conforme sua relevância e sequência de implementação.

  • A empresa passa a compreender:

  • O que precisa de atuação imediata;

  • O que depende de profissional técnico especializado;

  • O que pode ser corrigido internamente;

  • O que exige capacitação;

  • O que demanda mudança de processos ou de cultura;

  • O que deve ser acompanhado ao longo do tempo.

5. Entrega do relatório

  • A empresa recebe um relatório contendo:

  • Retrato da situação atual;

  • Documentos e práticas analisados;

  • Pontos já existentes e aproveitáveis;

  • Lacunas e pontos de atenção;

  • Recomendações organizadas por prioridade;

  • Indicação dos próximos passos;

  • Orientações para contratação ou continuidade dos serviços necessários.

6. Apresentação dos resultados

  • Reunião para explicação das conclusões;

  • Esclarecimento das dúvidas da empresa;

  • Discussão das prioridades;

  • Apresentação de proposta para continuidade, quando aplicável.

🔷O QUE O DIAGNÓSTICO INICIAL FAZ — E O QUE ELE NÃO SUBSTITUI

O Diagnóstico Inicial analisa os documentos disponibilizados pela empresa para verificar:

  • Se os documentos necessários existem;

  • Se estão atualizados e coerentes com a realidade informada pela organização;

  • Se contemplam adequadamente os riscos psicossociais relacionados ao trabalho;

  • Se existe integração entre PGR, inventário de riscos, plano de ação, PCMSO, AEP, AET e demais documentos aplicáveis;

  • Se as informações, medidas e responsabilidades estão suficientemente descritas;

  • Se existem lacunas, inconsistências, desconexões ou necessidades de complementação;

  • Se os documentos produzidos anteriormente podem ser aproveitados ou precisam ser revistos.

Essa análise permite identificar se a documentação apresentada está aparentemente adequada, incompleta ou incompatível com as necessidades da empresa, considerando o escopo do diagnóstico e as informações disponibilizadas.

Entretanto, o Diagnóstico Inicial não substitui:

  • A identificação e a avaliação técnica dos riscos ocupacionais;

  • A elaboração ou a atualização do PGR, do inventário de riscos e do plano de ação;

  • A realização da Avaliação Ergonômica Preliminar;

  • A realização da Análise Ergonômica do Trabalho, quando necessária;

  • A emissão de laudos, pareceres ou documentos que dependam de habilitação técnica específica;

  • A responsabilidade legal dos profissionais encarregados pela elaboração e assinatura desses documentos;

  • A implementação, o monitoramento e a avaliação da eficácia das medidas de prevenção.

Quando forem identificadas inadequações, lacunas ou necessidades de complementação, o relatório indicará quais documentos ou processos precisam ser revistos e quais profissionais deverão ser envolvidos.

A função do diagnóstico é oferecer uma visão integrada e estratégica, permitindo que a empresa compreenda o que está adequado, o que precisa ser corrigido e qual deve ser a sequência dos próximos passos.

🔷DIFERENCIAIS DO DIAGNÓSTICO

  • Análise anterior à indicação das soluções;

  • Visão integrada entre NR-1, NR-17, gestão, cultura, liderança e práticas de RH;

  • Identificação dos investimentos que podem ser preservados;

  • Separação clara entre necessidades técnicas, gerenciais e comportamentais;

  • Priorização para evitar contratações aleatórias ou duplicadas;

  • Avaliação da coerência entre documentos e prática organizacional;

  • Relatório objetivo, aplicável e orientado à tomada de decisão;

  • Possibilidade de análise de diferentes estabelecimentos ou CNPJs, conforme o escopo contratado.

🔷BENEFÍCIOS PARA A EMPRESA

  • Clareza sobre a situação atual;

  • Identificação dos pontos já adequados;

  • Visibilidade sobre as lacunas e os riscos;

  • Redução de desperdícios e retrabalho;

  • Melhor direcionamento dos investimentos;

  • Definição da sequência correta das ações;

  • Maior segurança na contratação de fornecedores;

  • Integração entre as áreas envolvidas;

  • Base estruturada para a continuidade da adequação.

“O maior erro não é ainda não ter feito tudo. É começar a executar sem compreender o que a empresa realmente precisa. Diagnóstico transforma dúvida em direção.” Renata Guasti

Não comece contratando soluções isoladas. Comece entendendo o que sua empresa já possui, o que precisa ser corrigido e qual caminho deve seguir.

Solicite o Diagnóstico Inicial NR-1 do Instituto Superi.

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